08 setembro 2012

História da moda

08 setembro 2012
O Museu Victoria & Albert Museum  em  Londres é a  nova galeria de moda por.Leiam um pouco da história explorada por eles:
1990 – 2012: Uma moda com menos logomarcas e tempos de revolução de moda pela comunicação, especialmente com o surgimento dos blogs.
1975-1985: Durante a década de 70, a loja de Vivianne Westwood e Malcolm McLaren, na King’s Road, era o centro do movimento punk. No começo de 80, Westwood era influenciada pelo étnico e histórico. Em 1984, Galliano se formava na Central St. Martins, o resto da história envolve luxo, moda e, infelizmente, polêmicas. Nessa mesma década, estilistas japoneses como Yohji Yamamoto e Rei Kawakubo (pela Comme des Garçons) começaram a se apresentar em Paris, com características de desconstrução e assimetria.





1970 – 1980: Década da padronização da moda, o final dos anos 60 foi marcado pela extravagância. Homens e mulheres usavam cabelos longos, calças de boca larga e consumiam este estilo no Kensington Market. A marca Biba virou uma febre entre o público jovem.



1960 – 1970: Chamada de década de revolução da moda. Com marcas democráticas e espírito jovem, como Mary Quant. Época também de experimentos de roupas feitas de plástico e papel. André Courrèges criou o prêt-à-porter luxuoso e roupas inspiradas na “era espacial”.


1850 – 1870: Nessa época a moda é beneficiada pelos avanços tecnológicos. Tempo da invenção da crinoline em formato de gaiola, estrutura vazada para dar volume aos vestidos. Essa foi uma moda ridicularizada pela imprensa, mas vendida para milhares de mulheres.
1905 – 1915: No início do século vinte, o gosto pelo leste asiático foi disseminado na Europa. A interpretação britânica para o quimono foi comercializado em Londres por lojas como a Liberty & Co. Paul Poiret foi um dos mais inovadores estilistas da época, principalmente por sua simplicidade. Ele baniu o uso de corsets e popularizou o uso de peças assimétricas, turbantes e leques, com inspiração oriental.

 1840 – 1860: Em 1840, quando a Rainha Vitória e o Príncipe Albert se casaram, era costume para uma noiva usar vestido branco em seda ou musselina.  A musselina também era usada para roupas de verão, mas o delicado tecido precisava de cuidados especiais na hora da conservação. Os véus eram muito caros, virando herança de família.
1870 – 1910: O Mercado de moda começou a crescer internacionalmente, com nomes como Worth e Pingat interessando clientes de toda Europa e América. A marca britânica Redfern virou sinônimo de ternos sob-medida. Costureiras e lojas de departamentos copiavam as últimas tendências (opa, o início oficial do nosso “inspired”) e algumas peças já podiam ser compradas prontas. Artistas e costureiros começaram a reagir contra a artificialidade da moda. Em contra partida, eles começaram a criar com tecidos naturalmente tingidos e peças flexiveis para praticar esportes, como o tênis. Em 1900 esse estilo virou moda.


1790 – 1820: A moda chega ao campo. As roupas precisavam ser mais confortáveis, por causa das atividades de caça. Essa moda campestre britânica vira, no final do século XVIII, sucesso em Paris. Não apenas os homens vestiam esse estilo, mas também mulheres que tinham atividades no campo. Após a era napoleônica, em 1815, detalhes característicos de uniformes militares entram na moda.



1750 – 1800: A moda da corte, no século XVIII, foi caracterizada pelo uso de sedas exclusivas e extravagantes. A seda francesa era muito usada na Grã-Bretanha, até o seu comércio ser banido, em 1766. Mas havia a produção de seda britânica de boa qualidade também, e com padronagens com florais característicos (neste tour também fomos ao estúdio de estamparia da Liberty London, clique aqui para conhecer mais sobre a tradicional casa de padronagens) . Bonecas começam a ser usadas para mostrar novas tendências de moda. Fora da “sociedade”, as pessoas usavam roupas de linho, lã e algodão, com estampas feitas por uma tecnologia nova e mais barata.

Design e codificação por Ana Garcês
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